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Mostrando postagens com marcador Blog. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 11 de junho de 2012
Fica mesmo?


Sempre que entro aqui no blog, imagino que ele poderia ser melhor, diferente, mais arrojado, bacaninha, faceiro. Entente? 

Sempre que me coloco a digitar na barra de endereços,  pergunto "esse era realmente o nome que eu queria dar pra ele?" Depois fico meditando nessa pergunta.
Mas a realidade é que, como disse no post de apresentação, não é fácil encontrar um bom nome. A ideia do "Fica" é para manter todo mundo ligado num blog em contante formação. Mas parece que um motivo que se justifica sozinho não foi o suficiente para me confortar.
E ai, será que eu mudo o nome do Blog e já aproveito o barco para migra-lo para ".com"?
O conteúdo permaneceria o mesmo. Como vocês podem ver, eu tenho uma linha que já me caracteriza. Mas se for pra mudar, que tal "Todo mundo odeia o blog"? Na verdade, teria mais proximidade com o que é exposto.  Aí, além de ficar, você pode odiá-lo também? É uma nova ideia que não descarta as demais, como também não elimina a possibilidade de continuar com o mesmo nome.
Hey nobres, preciso de ajuda, sugestões, uma xícara de café. Quem vem?

@gi_cabral é aspirante a blogueira com diploma e a jornalista com boas sacadas, ou será que é o contrário?


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sexta-feira, 16 de março de 2012
Fica, vai ter visita!

Um café expresso, por favor. Um não, dois! Na segunda postagem deste lindo e borbulhante blog, eu disse que teríamos, vez ou outra, a participação de alguém que quisesse dividir suas opiniões conosco. Pois bem, chegou a hora de juntar as cadeiras e compartilhar nosso primeiro café. E com quem vai ser? Ela, minha amiga de sempre @frrrnanda. Bora?

Sobre febre e outras patologias tecnológicas. 

Não sou muito chegada no café (mas aceito suco...), porém também não sou de deixar amigos na mão. Fui convidada pro café e cá estou colocando a água pra ferver junto com a Gi. O tema não poderia ser diferente: internet, ou melhor, a tal “febre da internet”, termo o qual acho totalmente brega e sem utilidade alguma.
A internet não é uma febre e não está passando por uma. TODO MUNDO sabe disso. “Ah, mas vc concorda que os números de acesso a internet mudaram nos últimos anos?” Claro, seria idiota se não concordasse. E no melhor estilo “comprove os fatos”, dá uma olhada nos dados da pesquisa divulgada em fevereiro desse ano, sobre os internautas brasileiros:
“Do total de 63,5 milhões de pessoas com acesso a internet em casa ou no trabalho, 47,5 milhões foram usuários ativos da web em janeiro de 2012, o que também representa alta de 2% em relação a dezembro de 2011. Cada internauta brasileiro passou cerca de 63 horas e 27 minutos no computador, seja utilizando aplicativos ou navegando na web. O número é 2,2% maior do que em janeiro de 2011.” Quer ver os dados da pesquisa na integra? Clica aqui.
O aumento do número de internautas não quer dizer que a internet é uma novidade mundial e sim que os hábitos e costumes estão mudando, os COMPORTAMENTOS ESTÃO MUDANDO, muitas outras pessoas que antes não tinham condições hoje acessam a internet...ou seja, um processo que vem caminhando a curtos passos e que ainda tem muita estrada pra rodar .Mas não é uma febre!! Febres passam!
Buscando mais uma vertente pra chegar onde eu preciso: Blogs. Antes de eu fazer meu primeiro cursinho de datilografia (A S D F fellings) eles já existiam. Não com o mesmo propósito de hoje, eram mais pessoais e hoje oferecem N possibilidades para quem quer trabalhar com conteúdo, inclusive fonte de renda (my dream). Houve uma evolução? Claro. Houve mudança nos interesses? Claro. Mais um processo de adaptação, um processo evolutivo. E não é uma febre!! Tá, mas e daí? Pra que tudo isso?  
Essa semana me deparei com algumas “matérias” na internet, relacionadas ao tema Blogs e Febres e fiquei um tanto chateada. Da mesma forma que isso foi novidade um dia pra mim, hoje está sendo para outros. Entendo, faz parte do processo e seria muito “pô, fernanda, você se acha” eu dizer : “eu já sabia”. Só que esses “outros” estão em certos cargos que, na verdade, deveriam saber disso muito antes de mim. Formadores de opinião conceituados, professores, chefes, donos de empresas, são muitos. Sem problemas se  os “outros” não jogassem na minha cara, através de seus cargos: “ESTOU INOVANDO, olha essa novidade, um blog, sou foda pra caralho” , como se eu fosse uma alienada e não estivesse sabendo disso tudo, quando na verdade, você tá é atrasado meu jovem. (cabe contexto aqui).
Da mesma forma que os “outros”, universidades, organizações, empresas e pessoas fazem isso todos os dias. As centenas de artigos que começam “que as empresas estão entrando na febre da internet...” me deixam triste. Não sou uma expert, não mesmo. Mas também não me rendo fácil a certos assuntos, com dois três cliques e digo que sou profissional no que eu faço. É necessário estudo, conhecimento, muito tempo de DEDICAÇÃO, em qualquer atividade, inclusive na internet e nos blogs.
Pra encerrar, trazendo isso pra dentro das universidades, cito o exemplo e as palavras de uma das minhas professoras: “a era da internet é de vocês, jovens, e nós, os “mais velhos” temos que aprender com vocês...trago sempre cases e procuro discutir esse processo de evolução”.
Faço dela as minhas palavras e acho que esse é o caminho. Troca de experiências. Não ficar parado no tempo, dependendo de grades curriculares ou sistemas de ensino engessados, onde só um fala e aquela verdade é absoluta. É necessário perceber essa mudança de conceitos e rumos, que já está acontecendo há muito tempo.
 E, por favor, antes de chegar dizendo que é foda em determinado assunto, que domina e todos deveriam fazer como você, dá uma olhada no que vem sendo feito antes de você chegar na sala.
Valeu pelo espaço, Gi. Parceria sempre nas trocas de experiências, cartinhas e tubaína nos corredores da faculdade.
 Fernanda Spinosa é estudante de publicidade e adepta do dipirona contra as febres que rondam por aí.
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Fica, vai ter conteúdo!

           
Eis que ressurgimos no 3º dia.
Terceiro dia de Campus Party e o primeiro post aparecendo agora. E por quê? Porque sofri daquele mal chamado ansiedade. Pra não falar que eu não me empenhei o bastante pra escrever algumas linhas enquanto desfilo meu chapéu Panamá pela arena Anhembi venho comentar alguns pontos sobre minha aterrissagem por essas bandas.
Eu já estava teoricamente preparada para a Campus mas não era o suficiente. Faltava o elemento essencial: a vivência. E como a vivência dos outros é o que de mais próximo eu tinha em mãos, me guiei por elas. Assim como em tudo na vida, se não for pela experiência da cara a tapa, não se consegue distinguir dor de cócega no rosto. (viajei?)
Mas então: me inscrevi na área de Mídias sociais e esperava uma enchente por favor São Pedro e Rio Tietê não leiam isso de informações. Mas na realidade não há muito que saber, pelo menos nada de inovador. Pontos relevantes sobre a arte de blogar e opiniões de velhos conhecidos da internet brasileira foram consideráveis, como por exemplo, na primeira palestra “Marcas podem ser pessoas*?” e também na última que passei o olho “O fim da blogosfera moleque”. São temas muito abertos e é justamente isso que faz com que a discussão seja aberta. Afinal: marcas podem ser pessoas? Depende! É o fim da blogosfera descompromissada? Depende?
E depende de que exatamente? Depende da sua mente aberta, do seu propósito, do que você espera da rede. Depende basicamente da sua opinião. Mas por que estamos discutindo isso mesmo? Estamos discutindo só pra saber até que ponto conseguimos sustentar um argumento e convencer a terceiros de que isso é importante.
Na verdade o que vai valer a pena nessa Campus Party é ouvir opinião pra (porque não) avaliar suas próprias. Não há verdade absoluta não é mesmo? E opinião absoluta, existe?
Passado o susto inicial (ou a longa espera pela degladiação) fui socializar e conhecer meus nobres amigos de infância do twitter. Uma olhadinha marota na área expo e aquela atormentada no vizinho de barraca. Mas ainda sim esta faltando alguma coisa.
Não sei explicar bem e claro, um post só sobre as impressões renderia muitas linhas que certamente desinteressaria a maioria. Mas na realidade, o mal da ansiedade me pegou e a expectativa nasceu dessa ansiedade só que foi parar na U.T.I. com o choque de realidade.
Vamos em frente porque restam quatro dias ainda, bebê!

*Em tempo: a primeira palestra valeu só pela informação de que Nizan Guanaes pintou o cabelo e que (nas palavras dele) ficou uma mééérda sotaque pesado aplica-se nessa palavra.

@gi_cabral é aspirante a blogueira e a consumidora de coletes salva-vidas para situações desesperadoras.
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sábado, 21 de janeiro de 2012
Fica, vai ter perfil!

Olá, olá! Segue aqui uma pequena e assustadora apresentação minha. Sei que ninguém perguntou mas já que você está aqui, faça as honras!
Estudante de Jornalismo (lê-se) aspirante a jornalista, blogueira, comentarista, colunista, assessora de imprensa e a uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. Admiradora de Jabor, aconselhada por Duda Rangel e discípula de Kanitz

Aspirações a longo prazo: ser Ombudsman da Folha de São Paulo e Ministra das Telecomunicações e Radiodifusão da República Federativa do Brasil.

Coisas que você precisa saber sobre mim: eu sinto mais frio que as outras pessoas, eu tomo mais Toddynho que qualquer criança do planeta, eu me meto em confusão mais que um morador da Fundação Casa e tenho 90% de chances diárias de sofrer um infarto do miocárdio catastrófico.

Coisas que você precisa saber sobre o que eu faço: tentar compor linhas que sejam sobretudo pertinentes, entender a cultura multimidiática em suas diferentes vertentes e provar que humor informa de uma maneira mais eficaz.

A gente se esbarra, se segue e se cutuca por ai. #Ui
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Fica ai!


Olá estaca zero, nos encontramos novamente!
Acho que essa não é a melhor maneira de dar boas vindas, mas num mundo onde aproximadamente 8.000 (OITO MIL) blogs são criados por dia só no Brasil, se eu dissesse apenas "oi"  soaria muito sem graça.
Pois bem, o que eu quero dizer com tudo isso? Quero dizer que sou desse mundo intitulado 'Blogosfera". Sim, eu também bebo dessa fonte há anos. Já tive (na verdade ainda mantenho) meu primeiro Blog, o Eu cá com meus botões. Eu, vez ou outra, postava minhas psicografias lá e elas ainda resistem ao tempo.
Logo depois eu encontrei meia dúzia de cabeças enlouquecidas e criamos o Portal Coiote, que em suma, era o resultado do site que eu sempre quis ter: dinamismo, múltiplas opiniões e gente interessada. Mas como nem tudo  nessa vida é doce, veio o diabetes e interrompeu nossa arte antes promissora.

Foi ai que eu, cá com meus botões, tentei armar um novo cercadinho.

Em uma das milhares de conversas com a minha amiga Fernanda Spinosa (@frrrnanda), ela me plantou a ideia de continuar a galgar espaço por aí. Sentei, avaliei, dei uma coringada, uma googlada, uma trigada tentando me inspirar. E contrariando a opinião da maioria: fazer um Blog não é tão simples quanto pensa. E antes mesmo de traçar essas linhas eu bati muito com minha cabeça na tela (tá, isso foi exagero) pra tentar produzir alguma coisa interessante, pra vocês e pra mim também. Além de ser atraente, tem que ter ideal, regularidade e um nome. Pouts, é verdade. E que nome eu coloco nesse novo projeto?
Pausa dramática...
Essa foi a dúvida que me corroeu nos últimos dias. Pensei em muitos deles que acima de tudo tivesse fácil captação. Mas quer saber? Não funcionou. 
Em todo caso e pra não te desanimar, vai ficando ai, mas fica mesmo. Uma certeza você tem: vai ter blog
Qualquer coisa, me envia um comentário que eu sirvo um café. Tem gente que frequenta certos lugares só pelo café, porque aqui seria diferente? 

Meu nome é Giovana Cabral, sou aspirante a jornalista, blogueira, assessora de imprensa, comentarista, colunista e candidata (eterna) a um infarto do miocárdio catastrófico.


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